Quando o assunto é: HipHop part 1

Quando o assunto e hip-hop automaticamente diversos questionamentos vem à cabeça, onde este movimento nasceu? Quando? Qual é seu berço? O que o faz ser tão grande?

Por Andy Rao Queens

Como não lembrarmos grandes nomes como Tupac, Dr.Dre e Snoop Dogg na indústria musical internacional e no nosso próprio país grande mentes como Sabotage e Racionais na década de noventa e nos dias atuais fomos abençoados com novas almas para dar continuidade a esta obra prima, contamos com Djonga, BK e Amiri entre diversos outros que vem dando força à ‘nova escola’. Sabe o que todos esses nomes têm em comum? Todos Começaram de forma independente como aquele artista subestimado do seu bairro.
Vamos agora á um túnel do tempo entre as ruas de todas as periferias do mundo para conhecermos as raízes desta religião que é o hip-hop. Nos anos setenta após os DJs serem popularizados e aceitos devido a sua nova forma de ditar a festa utilizando de técnicas criadas como o ‘scratch’ (efeito sonoro obtido com a manipulação do vinil em contato com a agulha do toca discos, movendo-o para frente e para trás, ritmadamente) para balançar a galera, o mercado musical ganhou um novo movimento, o hip-hop, tendo como percussores do movimento Djs como Grandmaster Flash e Afrika Bambaataa. Reconhecido populamente como criador do movimento Afrika Bambaataa estabeleceu os quatro elementos do hip-hop: Rap, Djing, Breakdance e o graffiti.
Essas quatro formas de expressão foram aderidas pelo publico jovem dos guetos negros e latinos, para expor problemas que viam e enfrentavam todo santo dia como racismo, tráfico de drogas, violência, carência de infraestrutura e educação entre outros diversos problemas que infelizmente são comuns em uma area rejeitada e marginalizada pela sociedade. Nos EUA bairros como Bronxs, Brooklyn, no Brasil lugares como Capão, Cidade de Deus entre outros que ainda lutam por resistencia e igualdade. Os jovens tinham liberdade e se sentiam seguros para protestarem atraves da arte, poesia, dança, pintura coisas simples que foram o motivo de varias almas serem resgatadas e levadas a icones de inspiração mundial.

E o que veremos Ladies and Gentlemens, nos próximos encontros aqui, é exatamente como funciona esse movimento incrível, e todos os artistas que fazem a cena acontecer. Entao proponho a vocês, que venham comigo nas próximas semanas e se permitam uma reflexão sobre a melhor aplicaçao do termo “Do it yourself” na arte e na vida. Espero vocês!!

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