A dois passos do paraíso

Brasil e Argentina disputam uma vaga para a final da Copa América hoje, 2. No Mineirão, o superclássico promete emoção, rivalidade e expectativa. E quem vencer este duelo de logo mais, fará a sua torcida esquecer as campanhas regulares até aqui e alimentará a possibilidade de uma nova conquista sul-americana.

Por Lucas Ignácio

Os Hermanos chegam às semifinais da Copa América carregando uma campanha regular. Na fase de grupos, foi uma derrota na estreia para a Colômbia, empate no fim contra o Paraguai e uma vitória sobre o fraco Qatar. Para enfrentar o Brasil e a desconfiança. Messi e companhia derrotaram a Venezuela por 2 a 0. Já a Seleção Brasileira, que não destoou muito da trajetória do rival, venceu a Bolívia na estreia, empatou sem gols com a Venezuela e goleou o Peru na definição de seu grupo.

Com a ausência do Neymar, Messi será o foco da partida de hoje. Ainda sem vencer o Brasil em partidas oficiais, o craque do Barcelona terá que apresentar o repertório de gênio que é dentro de campo e vestindo a camisa de sua seleção. A Argentina depende muito do jogador, apesar de contra a Venezuela, o companheiro de ataque Lautaro Martínez demonstrou oportunismo e boa atuação durante o confronto. Assim, se avançar para mais uma decisão, renova a esperança de sair da enorme fila que se estaciona.

O Brasil, por sua vez, defende seu favoritismo baseado em números e a força coletiva. Mesmo que regular até então, a goleada contra o Peru mostrou pontos positivos que Tite e a torcida brasileira podem esperar no duelo. As triangulações, a posse de bola no setor ofensivo e as jogadas laterais, puderam ser observadas durante a partida contra a equipe de Guerrero, na qual o arqueiro peruano teve bastante trabalho com o ataque canarinho.

A seleção canarinho está há cinco jogos sem perder para a Argentina na Copa América, sendo duas vitórias e três empates contra os Albicelestes. Com apenas duas derrotas nos 13 duelos mais recentes – seis vitórias e cinco empates. Antes disso, os hermanos haviam vencido 13 dos 19 confrontos. Em decisões, a superioridade brasileira ainda se mostra recente com as conquistas de 2004 e 2007, além das quartas-de-final de 1995 e 1999.

Portanto, Brasil e Argentina estão a dois passos do paraíso, não por terem duas partidas para levantar o troféu de campeão, mas por alcançarem o êxito de eliminar um grande rival e ressurgir um sentimento do torcedor acompanhar a um título de expressão para história e o futuro tanto de seus jogadores, técnico e comissão técnica, quanto ao futuro e a história das camisas e tradição das potências latino-americanas.

Créditos: Lucas Figueiredo / CBF

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