Juiz de Fora no pódio

Reprodução

O atleta juiz-forano Luiz Maurício da Silva, 19, conquistou a medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos Sub-20, no último domingo, 22.

Por Lucas Ignácio

Com o novo recorde pessoal, o lançador de dardo do Centro Regional de Iniciação ao Atletismo (Cria), da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), atingiu a distância de 74,51m. Melhor atleta adulto do Brasil, Luiz Maurício foi apenas superado pelo norte-americano Tzuriel Perdigo, detentor do novo recorde da competição – 76,95m.

Com a presença do pódio, Luiz Maurício completa um ciclo vitorioso, que decorreu entre os anos de 2018 e 2019. O atleta local disputou o Brasileiro, Mineiro, Estadual e o Sul-Americano. Estas três últimas competições, o atleta do Cria / UFJF superou recordes pessoais e alcançou marcas importantes para sua carreira.

No campeonato mineiro Sub-20, disputado em maio, na cidade de Belo Horizonte (MG), Luiz Maurício registrou uma distância de 70,04m. No mês seguinte, na disputa do Sul-Americano da categoria, atingiu 71,17m. E, no Estadual de Atletismo, o Luiz Maurício alcançou agora a sua segunda melhor marca da carreira, 74,32m, em competição realizada no dia 30 de junho, na cidade de Juiz de Fora (MG).

No vice-campeonato conquistado em San José, na Costa Rica, Luiz Maurício atingiu a sua melhor marca da carreira, 74,51m, superando o atleta Tyriq Horsford, de Trindade e Tobago, que registrou 71,42m na competição. Para alcançar tal marca, o atleta juiz-forano teve que lançar cinco vezes o dardo, porém a quarta tentativa que decretou o grande feito.

O feito conquistado com êxito pelo Luiz Maurício gerou elogios por parte do técnico Jefferson Verbena e do próprio atleta. Veja as declarações de ambos em entrevista ao jornal local, Tribuna de Minas.

“É mais um resultado sensacional. Era uma dificuldade conseguir manter o alto rendimento dele em mais uma competição. Ele já vinha em uma crescente grande e no treinamento há essa dificuldade de manter esse elevado nível de performance. Mas conseguimos controlar a carga do treino, variar de ações motoras necessárias para que ele chegasse no máximo desempenho e tivesse sucesso. Deu muito certo.”, avaliou Jefferson Verbena.

“Eu sabia que não era fácil sair com a medalha, porque no ranking eu estava em quarto lugar entre os competidores. Logo, eu tinha que fazer uma marca acima dos 74 metros. Quando consegui os 74,51m comemorei muito. Tinha pulado para primeiro lugar, faltavam dois lançamentos dos adversários e no ultimo o americano conseguiu o recorde pan-americano. Mas do mesmo jeito fiquei feliz demais com o resultado e sei a importância desse título. Não conseguiria sozinho, por isso agradeço as pessoas que fizeram parte desta medalha e a equipe do CRIA UFJF”, reiterou Luiz Maurício. 

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